segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DIOGO ALVARES (CARAMURU) 7º ANO


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BOM TRABALHO!

35 comentários:

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

Lucas Hildembergue de oliveira disse...

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

Anônimo disse...

Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.

No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.

Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.

Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

João Guilherme 7ºB
Nº 13

Anônimo disse...

Em sua obra, narra a história do português Diogo Álvares Corrêa, que, no século XVI, naufragou no litoral da Bahia e foi salvo pelos índigenas, entre os quais passou a viver, vindo a casar com a índia Paraguaçu. "Caramuru" significa "deus do fogo" porque em uma das passagens mais dramáticas da obra, o náufrago ateia fogo em um líquido inflamável, fazendo os índios acreditar que estivesse ateando fogo na água. Outra passagem dramática da obra é aquela na qual a índia Moema, apaixonada por Caramuru, quando este deixa a tribo e parte de volta para a Europa em um navio português, lança-se ao mar em direção ao navio, vindo a morrer afogada.

Imitou o estilo de Camões, ao acrescentar elementos da mitologia grega, sonhos e previsões ao poema, cujo valor, entretanto, se encontra nas informações sobre os povos indígenas brasileiros.

Apesar de o autor ter nascido no Brasil, passou a maior parte da sua vida na Europa. Chegou a romper com a Igreja Católica, quando se aproximou do então ministro Marquês de Pombal. Mais tarde, entretanto, pediu desculpas pessoalmente ao Papa Clemente.


italo renan 7°a

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia(Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.

Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.

Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.
francisca lima
N°:10 7°B

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia, chegou ao Brasil em 1510 depois que o navio em que estava naufragou na região do Rio Vermelho, na Baía de Todos os Santos e todos os seus companheiros de viagem morreram. Foi recebido pela tribo indígena Tupinambás, de quem recebeu o apelido ‘Caramuru’ que significa moréia.

Conhecedor dos costumes locais, Caramuru foi de grande ajuda para facilitar o contato entre os índios e os primeiros colonizadores. Viveu entre os índios por alguns anos.

Diogo Álvares, manteve boas relações com os corsários franceses, para quem fornecia pau-brasil, que era contrabandeada para a Europa. Algum tempo depois aliou-se aos colonizadores portugueses, tendo casado sua filha com um importante português, mantendo assim a nobreza da terra.

Caramuru, casou-se com a índia Paraguassú, que foi batizada na França, recebendo o nome Catarina Álvares Paraguassú. A índia era dona de muitas terras, fervorosa em sua fé, construiu um oratório, que depois virou uma igreja, onde foi sepultada.



ALUNA: CAMILA DAIANA I.
SÉRIE: 7ºA
Nº: 05

$Muh$ disse...

Diogo Álvares Correa, o Caramuru, boa parte delas entre os índios do Brasil foi esta, que passo a interessados como eu sou pela Historia do Brasil

Segundo amealhei, o fidalgo da casa Real Diogo Álvares, originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1473, foi parar na Bahia entre 1509 e 1511, como naufrago de uma embarcação francesa.

Alguns historiadores, dizem que ele viajava para São Vicente, por volta de 1510, quando naufragou nas proximidades do Rio Vermelho, na baia de Todos os Santos.

Seus companheiros foram mortos pelos Tupinambás, mas, ele conseguiu sobreviver e passou a viver entre os índios, de quem recebeu o apelido de Caramuru.

Bem acolhido que foi por causa do seu celebre tiro certeiro que abateu uma gaivota que voava na praia, os índios que não conheciam armas de fogo, logo o apelidaram de Caramuru.

O morubixaba chefe da tribo lhe deu uma das filhas chamada Paraguaçu. Ao longo dos 60 anos manteve contatos com novos europeus que aportavam na Bahia.

As relações comerciais com os normandos levaram-no entre 1526-1528, a visitar a França, onde a sua Paraguaçu foi batizada em Santo-malos, com o nome de Catarina (Katherina Du Bresil) em homenagem a Catherine dês Granches, esposa de Jacques Gartier.

Na mesma ocasião foi também batizada outra índia Tupinambá com o nome de Perrine, o que fundamenta a lenda de que varias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia par a França com Paraguaçu.

Catarina Paraguaçu e Caramuru tiveram vários filhos e filhas, Ana, Genebra, Apolônia, Graça, Gabriel, Gaspar e Jorge Álvares, que casaram com moças da corte que vieram com Martim Afonso de Souza, dos quais descendem as mais importantes famílias da aristocracia baiana, Caramuru foi sepultado no Mosteiro de Jesus, dos jesuítas, em Salvador, onde depois foi enterrada a sua mulher Paraguaçu.

Murilo de vasconcelos israel 7°A

$Muh$ disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Daniel disse...

Diogo Álvares Correia

Foi um naufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou o seu contato com os primeiros administradores e missionários Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa.
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios canibais.

Daniel Marques Alves De Lima 7°B

Sabrina disse...

Diogo Álvares Correia,foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil,e facilitou seus primeiros adiministradores e minssionários.Recebeu a alcunha Caramuru Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.

Vida

Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
Viajando para São Vicente por volta de 1510, o fidalgo da Casa Real Diogo Álvares naufragou nas proximidades do rio Vermelho, na baía de Todos os Santos. Seus companheiros foram mortos pelos índios tupinambás, mas ele conseguiu sobreviver e passou a viver entre os índios, de quem recebeu a alcunha de Caramuru, que significa "moréia".
— '
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

ALUNA:Sabrina
SÉRIE:7ºB

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia, chegou ao Brasil em 1510 depois que o navio em que estava naufragou na região do Rio Vermelho, na Baía de Todos os Santos e todos os seus companheiros de viagem morreram. Foi recebido pela tribo indígena Tupinambás, de quem recebeu o apelido ‘Caramuru’ que significa moréia.

Conhecedor dos costumes locais, Caramuru foi de grande ajuda para facilitar o contato entre os índios e os primeiros colonizadores. Viveu entre os índios por alguns anos, onde gozou de uma posição respeitável.

Diogo Álvares, manteve boas relações com os corsários franceses, para quem fornecia pau-brasil, que era contrabandeada para a Europa. Algum tempo depois aliou-se aos colonizadores portugueses, tendo casado sua filha com um importante português, mantendo assim a nobreza da terra.

Caramuru, casou-se com a índia Paraguassú, que foi batizada na França, recebendo o nome Catarina Álvares Paraguassú. A índia era dona de muitas terras, fervorosa em sua fé, construiu um oratório, que depois virou uma igreja, onde foi sepultada.

ALUNA: Marina Vanessa nº27
7º"A"

Marina disse...

Em sua obra, narra a história do português Diogo Álvares Corrêa, que, no século XVI, naufragou no litoral da Bahia e foi salvo pelos índigenas, entre os quais passou a viver, vindo a casar com a índia Paraguaçu. "Caramuru" significa "deus do fogo" porque em uma das passagens mais dramáticas da obra, o náufrago ateia fogo em um líquido inflamável, fazendo os índios acreditar que estivesse ateando fogo na água. Outra passagem dramática da obra é aquela na qual a índia Moema, apaixonada por Caramuru, quando este deixa a tribo e parte de volta para a Europa em um navio português, lança-se ao mar em direção ao navio, vindo a morrer afogada.

Imitou o estilo de Camões, ao acrescentar elementos da mitologia grega, sonhos e previsões ao poema, cujo valor, entretanto, se encontra nas informações sobre os povos indígenas brasileiros.

Apesar de o autor ter nascido no Brasil, passou a maior parte da sua vida na Europa. Chegou a romper com a Igreja Católica, quando se aproximou do então ministro Marquês de Pombal. Mais tarde, entretanto, pediu desculpas pessoalmente ao Papa Clemente.
ALUNA MARINA Nº27 7ºA

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia, o Caramurú (Nasceu em Viana do Castelo (Portugal) em 1475; e faleceu em Salvador (Bahia) em 1557.
Viajando para São Vicente por volta de 1510, o fidalgo da Casa Real Diogo Álvares naufragou nas proximidades do rio Vermelho, na baía de Todos os Santos. Seus companheiros foram mortos pelos tupinambá, mas ele conseguiu sobreviver e passou a viver entre os índios, de quem recebeu a alcunha de Caramuru, que significa "moreia". Conhecedor dos costumes nativos, contribuiu para facilitar o contacto entre estes e os primeiros missionários e administradores. No entanto, não foi capaz de impedir a expulsão do primeiro donatário da capitania, Francisco Pereira Coutinho. Casou-se com a índia Paraguaçu, filha de um chefe tupinambá. O casal teve quatro filhas, que se casaram com colonos portugueses vindos com Martim Afonso de Sousa, dos quais descendem, entre outras famílias importantes, os Garcia d’Ávila. Quando o primeiro governador-geral, Tomé de Sousa, chegou à Bahia em 1549, Caramurú ainda vivia, assim como durante o governo de Duarte da Costa. Foi sepultado no mosteiro dos jesuítas em Salvador, ao lado da mulher, que ao ser baptizada recebeu o nome de Catarina.

Catarina Alvares “Paraguaçu” – Filha DO CACIQUE Taparica, chefe da tribo que encontrou o naufrago “Caramurú”, foi uma líder de seu povo. Sua curiosidade a levou a interrogar os europeus que eram capturados pela tribo. Tornou-se a principal companheira de Diogo Alvares “Caramurú”, com quem se casou oficialmente na França logo após ser baptizada na Igreja Católica em 1527. Sua devoção à Mãe de Jesus levou à construção da Igreja da Graça e sua herança territorial foi legada à Ordem Beneditina da Bahia. Morreu em 1583.

Em 1553, Duarte da Costa, substitui Tomé de Sousa no Governo-geral. Este governador, envolve-se em conflitos entre donatários e jesuítas em torno da escravização dos indígenas. Termina, incompatibilizando-se com as autoridades locais e é obrigado a voltar para Portugal, em 1557.

A França não aceita a partilha das terras abrangidas pelo Tratado de Tordesilhas e defende o direito de posse a quem ocupá-las. A primeira invasão francesa, acontece na ilha de Serigipe (actualmente Villegaignon) na Baía de Guanabara (Rio de Janeiro). Os franceses instalam uma comunidade chamada França Antártica, destinada a abrigar protestantes calvinistas fugidos da guerras religiosas na Europa. A sua principal actividade económica era a troca de mercadorias da valor baixo por pau-brasil, feita com os indígenas da região. Constroem, então, um forte e resistem por mais de 10 anos aos ataques dos portugueses.

Os corsários, no entanto, continuaram a frequentar o litoral brasileiro. Em 1555, chegou à Baía de Guanabara a expedição de Nicolau Durand de Villegaignon, com cerca de 600 pessoas, a fim de fundar uma colónia, a França Antártica. Com o auxílio dos índios tamoios, os franceses construíram um forte na ilha de Serijipe.

A reacção portuguesas só veio em 1560, sob o comando de Mem de Sá, terceiro Governador-geral do Brasil. Em 1º de Maio de 1565, Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, base dos combates contra os franceses, expulsos dois anos depois. A cidade tornou-se sede da segunda capitania real do Brasil.

Íkare Pâmela 7° "A" nº:16.

Anônimo disse...

Foi no Rio Vermelho que em 1509, após colidir com um recife, uma embarcação soçobrou bem defronte ao Morro do Conselho. Um dos tripulantes, Diogo Álvares Corrêa, conseguiu chegar à Pedra da Concha, uma minúscula ilha rochosa na entrada da Enseada da Mariquita, frontal à foz do Camoroipe.

Se outros companheiros também conseguiram se salvar e alcançar a terra firme, foram, com certeza, aprisionados e devorados pelos tupinambás. Como ficou escondido na Pedra da Concha, Diogo teve tempo de preparar a estratégia de defesa e sobrevivência. Quando foi, finalmente, avistado pelos índios, imediatamente usou o bacamarte para desferir certeiro tiro numa gaivota em pleno vôo. Espantados, pois desconheciam a engenhoca barulhenta, foguenta e mortífera, os nativos começaram a exclamar: “Caramuru! Caramuru! Caramuru!, que na língua tupi significa “homem do fogo; filho do trovão; dragão saindo do mar”.
O legendário Caramuru, Patriarca da Bahia, foi um personagem ímpar na história da primeira metade do século XVI, tendo inclusive participado na construção da Cidade do Salvador. E no sítio do Rio Vermelho, local do seu célebre encontro com os nativos, existe um espaço privilegiado, denominado Praça Caramuru. Fica no sopé do Morro do Conselho, onde se localizam dois grandes hotéis, Blue Tree Towers e Pestana Bahia.
No entanto, este logradouro público, embora em área nobre, encontra-se degradado e relegado ao completo descaso. Exclusivamente pelo indiscutível valor histórico, deve e merece ser contemplado com um projeto de reconfiguração urbanística, inserindo-se no seu bojo a construção de um Memorial.
A Praça Caramuru, adequadamente reurbanizada e provida do Memorial, constituir-se-á num espaço com forte apelo turístico, centrado na história e na cultura. Transformar-se-á num importante centro de visitação, com repercussão nacional.Diogo Álvares Correia foi um aventureiro português que chegou ao Brasil no século XVI e se tornou famoso por ter mostrado sua arma de fogo aos índios, que o apelidaram de Caramuru, que quer dizer "pau de fogo". Casou-se com a índia Paraguaçu, filha do cacique.

Laura Rodrigues Hermando 7°B

jociane disse...

Diogo Álvares Correia foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

Jociane Pacheco n°22
7ª A

Anônimo disse...

Seu nome era Diogo Álvares Correia.
Ele nasceu em Viana do Castelo (Portugal) em 1475; e morreu em Salvador (Bahia) em 1557.
Viajando para São Vicente por volta de 1510, o fidalgo da Casa Real Diogo Álvares afundou nas proximidades do rio Vermelho, na baía de Todos os Santos.
Seus companheiros foram mortos pelos tupinambá, mas ele conseguiu sobreviver e passou a viver entre os índios, de quem recebeu o nome de Caramuru, que significa "moréia" foi por causa do seu célebre tiro certeiro que abateu uma gaivota que voava na praia, os índios que não conheciam armas de fogo, logo o apelidaram de Caramuru.
Conhecedor dos costumes nativos, contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores.
Mesmo com todo o seu conhecimento, ele não foi capaz de impedir a expulsão do primeiro donatário da capitania, Francisco Pereira Coutinho.
Ele se casou com a índia Paraguaçu, filha de um chefe tupinambá.
O casal teve vários filhos e filhas Ana, Genebra, Apolônia, Graça, Gabriel,Gaspar e Jorge Álvares , que se casaram com colonos portugueses vindos com Martim Afonso de Sousa, dos quais descendem, entre outras famílias importantes, os Garcia d’Ávila.
Quando o primeiro governador-geral, Tomé de Sousa, chegou à Bahia em 1549, Caramurú ainda vivia, assim como durante o governo de Duarte da Costa.
Ele foi morto e sepultado no mosteiro dos jesuítas em Salvador, ao lado da mulher, que ao ser batizada recebeu o nome de Catarina Álvares.
Catarina Alvares “Paraguaçu” – Filha do cacique Taparica, chefe da tribo que encontrou o “Caramurú”, foi líder de seu povo.
Sua curiosidade a levou a fazer muitas perguntas aos europeus que eram capturados pela tribo.
Ela se tornou a principal companheira de Diogo Alvares “Caramurú”, com quem se apaixonou e logo se casou oficialmente na França logo após ser batizada na Igreja Católica em 1527.
Sua devoção à Mãe de Jesus a levou à construção da Igreja da Graça e sua herança territorial foi legada à Ordem Beneditina da Bahia.
Ela morreu em 1583. Seu corpo foi sepultada no Mosteiro de Jesus, dos jesuítas, em Salvador, onde estava enterrado o corpo de seu marido Diogo Álvares Correia.

KAREN ADRIELE 7°B
N°16

Anônimo disse...

Caio Hemer:

Diogo Álvares Correia Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557 foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

autor

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

Autor:Caio helmer Nº04
7ª"A"

kevin ;) ..... disse...

Diogo Álvares Correia , foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" , que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú , em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos e um dos seus genros foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.

nome:nathalia catarina n°32 7°A

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.

maria alice n26 7A

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.

Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.

Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.

Jéssica Almeida. 7º A

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia, o Caramurú
(Nasceu em Viana do Castelo (Portugal) em 1475; e faleceu em Salvador (Bahia) em 1557.
Viajando para São Vicente por volta de 1510, o fidalgo da Casa Real Diogo Álvares naufragou nas proximidades do rio Vermelho, na baía de Todos os Santos. Seus companheiros foram mortos pelos tupinambá, mas ele conseguiu sobreviver e passou a viver entre os índios, de quem recebeu a alcunha de Caramuru, que significa "moreia". Conhecedor dos costumes nativos, contribuiu para facilitar o contacto entre estes e os primeiros missionários e administradores.

Gabriela Amorim nº 12 7ºA

Anônimo disse...

Diogo Alvares Correia “Caramuru” – um português caiu nas graças de uma tribo nativa e casou com a filha do cacique. Branco, encontrado nu, faminto, cansado e camuflado com sargaços, foi, inicialmente, ridicularizado pelos nativos que o chamavam de “Caramuru” – um peixe semelhante a moreia que se escondia nos recifes. Porém, foi poupado do sacrifício da morte e de ser devorado pela tribo. Seu conhecimento sobre os interesses dos europeus nas terras do Brasil, sua habilidade no trato com os nativos e sua diplomacia acabaram por transforma-lo na figura mais importante da primeira metade do século XVI na Bahia. “Caramuru” intermediava os negócios e facilitava os contactos entre navegantes, comerciantes europeus e nativos, alem de ajudar no abastecimento e recuperação das embarcações que seguiam pelo litoral brasileiro com destino ao Rio da Prata e ao Oriente, na rota das especiarias.

Sílvio Alberto nº32 7ºB

kevin 7ºB disse...

esse kevin sou eu kevin penha do 7ºb ok professora!!!bjs

Anônimo disse...

-Diogo Alvares Caramurú'
Natural do Noroeste da Península Ibérica, naufragou em 1509, nas costas da Bahia. Conseguindo sobreviver, iniciou ali a primeira fixação comprovada do colonizador europeu, onde hoje é o alto da Graça, na Cidade do Salvador da Bahia de Todos os Santos. Sua povoação, denominou-a Vila Velha, onde se estabeleceram, além de Caramurú e sua família, outros de além-mar, alguns dos quais se casaram com filhos do próprio Caramurú. Fidalgo da Casa Real de D. João III, em virtude de vários serviços prestados em benefício da Colônia.Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
"Viajando para São Vicente por volta de 1510, o fidalgo da Casa Real Diogo Álvares naufragou nas proximidades do rio Vermelho, na baía de Todos os Santos. Seus companheiros foram mortos pelos índios tupinambás, mas ele conseguiu sobreviver e passou a viver entre os índios, de quem recebeu a alcunha de Caramuru, que significa "moréia".
:* ♥prof♥~~

-khetryen* n°:19 7°B

Anônimo disse...

NOME:Júlio César nº:15 7ºB

Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.
Vida
Originário do norte de Portugal, Viana do Castelo, nascido por volta de 1475, arribou a Espírito Santo entre 1500 e 1510 como náufrago de uma embarcação francesa. Há historiadores que dizem:
A versão mais conhecida no Brasil para o significado da palavra Caramuru, seria "pau que cospe fogo" ou ainda "Homem trovão da Morte Barulhenta" (ou suas variações), que tem como base a lenda sobre Diogo Álvares Correia, que recebeu o apelido ao afugentar índios que queriam lhe devorar, matando um pássaro com um tiro de mosquetão.
Correia foi bem acolhido pelos índios Tupinambás, cujo morubixaba Taparica lhe deu uma das filhas, chamada Paraguaçu. Segundo o filme de 2001 de Guel Arraes, Paraguaçu tinha como irmã a lendária índia Moema, originariamente citada (sem a relação de parentesco) no poema Caramuru do Frei Santa Rita Durão.
Ao longo de quarenta anos Correia manteve contatos com navios europeus que aportavam à Bahia. As relações comerciais com normandos levaram-no, entre 1526-1528, a visitar a França, onde a mulher foi batizada em Saint-Malo, passando a chamar-se Catarina Álvares Paraguaçú (Catherine du Brésil), em homenagem a Catherine des Granches, esposa de Jacques Cartier, que foi sua madrinha. Na mesma ocasião foi batizada outra índia tupinambá, Perrine, o que fundamenta a lenda de que várias índias, por ciúmes, se jogaram ao mar para acompanhar Caramuru quando este partia para a França com Paraguaçu.
No decurso do governo do donatário da capitania da Bahia, Francisco Pereira Coutinho, recebeu importante sesmaria, tendo procurado exercer função mediadora entre os colonos e os índios, não conseguindo, todavia, evitar o recontro de Itaparica, onde Pereira Coutinho perdeu a vida.
Conhecedor dos costumes nativos, Correia contribuiu para facilitar o contato entre estes e os primeiros missionários e administradores. Em 1548, tendo D. João III a intenção de instituir o Governo Geral, recomendou-lhe que criasse condições para que a expedição inicial fosse bem recebida, facto revelador da importância que havia alcançado.
Três dos seus filhos (Gaspar, Gabriel e Jorge) e um dos seus genros (João de Figueiredo) foram armados cavaleiros por Tomé de Sousa pelos serviços prestados à Coroa Portuguesa.

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia, chegou ao Brasil em 1510 depois que o navio em que estava naufragou na região do Rio Vermelho, na Baía de Todos os Santos e todos os seus companheiros de viagem morreram. Foi recebido pela tribo indígena Tupinambás, de quem recebeu o apelido ‘Caramuru’ que significa moréia.

Conhecedor dos costumes locais, Caramuru foi de grande ajuda para facilitar o contato entre os índios e os primeiros colonizadores. Viveu entre os índios por alguns anos, onde gozou de uma posição respeitável.

Diogo Álvares, manteve boas relações com os corsários franceses, para quem fornecia pau-brasil, que era contrabandeada para a Europa. Algum tempo depois aliou-se aos colonizadores portugueses, tendo casado sua filha com um importante português, mantendo assim a nobreza da terra.

Caramuru, casou-se com a índia Paraguassú, que foi batizada na França, recebendo o nome Catarina Álvares Paraguassú. A índia era dona de muitas terras, fervorosa em sua fé, construiu um oratório, que depois virou uma igreja, onde foi sepultada.

aluna: LYSYE LYDYANNY
Nº 24
7º A

Anônimo disse...

Diogo Álvares Correia, chegou ao Brasil em 1510 depois que o navio em que estava naufragou na região do Rio Vermelho, na Baía de Todos os Santos e todos os seus companheiros de viagem morreram. Foi recebido pela tribo indígena Tupinambás, de quem recebeu o apelido ‘Caramuru’ que significa moréia.

Conhecedor dos costumes locais, Caramuru foi de grande ajuda para facilitar o contato entre os índios e os primeiros colonizadores. Viveu entre os índios por alguns anos, onde gozou de uma posição respeitável.

ALUNA: INGRID CÉLIA
Nº 17
7º A

Alan disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Alan disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Alan disse...

Natural do noroeste da penisula eberica,naufragou 1509 ,nas costa da bahia.Conseguindo sobreviver iniciou ali a primeira fixação comprovando o colonizador europeu,onde hoje e o autor da graça, na cidade de salvador bahia de todos os santos.Sua povoação,denominou a Vila velha,onde estabeleceram.além do mar alguns dos quais se casaram com filhos propios camamurú.
Um tema da história de Diogo Alvares(caramurú)um dos primeiros brancos a chega no brasil no inicio da colonização portuguesa.
Ele nasceu na bahia no ano de 1476 e morreu 1557 na bahia

alan jhonny
7ºB nº01

Anônimo disse...

Pró, boa! Eu pretendo fazer vestibular, Para Direito; Qual os assuntos que devo estudar?

Obrigado!

Meu, E-mail: denyamigo@hotmail.com

Anônimo disse...

Professora, já que a senhora se interessa pela história do Caramuru, vou lhe passar uma informação interessante>

O Caramuru, tinha uma filha chamada Apolônia Alves, que por sua vez foi casada com Jorge Figueiredo Mascarenhas que era fiho de Lourenço de Figueiredo, o qual foi degredado para o Brasil( Bahia) em 1536, por ter matado um conego que era seu parente e veio aqui parar trazido pelo donatário Francisco Pereira Coutinho. Como tenho sobrenome Figueiredo e meu pai que era portugues tinha o sobrenome Lourenço de Figueiredo e nasceu em Vouzela, Distrito de Vizeu, prezumo que existe um parentesto longinguo entre eles. Poderia fazer alguma pesquisa sobre o assunto ? fiquei curioso por saber que o Lourenço Figueiredo matou um padre que era seu parente. Qual teria sido o motivo ?
Abraços.
Rogerio Figueiredo

rabarros2004@yahoo.com.br